O QUE A IGREJA ENSINA SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE

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A homossexualidade ou homoafetivos consiste em pessoas se sentirem atraídas por pessoas do mesmo sexo. Em um primeiro momento deixa-se claro que o homossexual, em sua totalidade é um ser humano.

Sendo portanto uma pessoa por inteiro, ele ou ela é um ser amado e querido por Deus. Sua dignidade deve ser preservada e garantida socialmente.

A Igreja nunca excluiu e nunca considerou diferente um homossexual. No Catecismo da Igreja Católica é dito que “A dignidade da pessoa humana radica na sua criação à imagem e semelhança de Deus e realiza-se na sua vocação à bem-aventurança divina. Compete ao ser humano chegar livremente a esta realização” (§ 1700)

Isto conclui que a DIGNIDADE DA PESSOA da pessoa humana, ou seja TODOS os seres humanos, se fundamenta na principal criação de Deus, NÓS!.

E que, todos nós, buscamos uma única coisa, a felicidade, direcionada para as BEM AVENTURANÇAS, no entanto, cada um de nós somos responsáveis por isto.

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A HOMOSSEXUALIDADE E A IGREJA

Inúmeras pessoas, incluindo católicos desinformados, atacam a Igreja, papagaiando vozes de “gurus”. Estes supostos gurus, chamam a Igreja de atrasada e desumana.

Em primeiro lugar, é preciso que você católico entenda o seguinte. Você precisa estudar sobre a Igreja e parar de ficar papagaiando picuinhas.

Em segundo, a Igreja jamais irá mudar o que sempre ensinou. A Igreja é de Cristo e é o Corpo de Cristo. O Papa e os Bispos não são donos da Igreja.

Sendo Cristo a Igreja e cabeça da Igreja, e Cristo não muda (Hebreus 13,8) a Doutrina ensinada pela Igreja não se altera e não evolui.

O CATECISMO E A HOMOSSEXUALIDADE

Entendido a dimensão doutrinal preservada pela Igreja de sempre, vejamos o que ensina o Magistério da Igreja por meio do Catecismo:

A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atração sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua gênese psíquica continua em grande parte por explicar. “[…] (§ 2357)

A Igreja não tem obrigação de explicar cientificamente a causas do PRINCÍPIO PSÍQUICO das causas homoafetivas, ninguém nasce homossexual, como querem os defensores LGBT.

É comprovado que, existe uma série de fatores, psíquicos, que podem determinar o comportamento homoafetivo no indivíduo dentro do âmbito social e familiar.

Diz ainda o catecismo:

Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados». São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.” (§ 2357)

A homossexualidade em si, não contribui para ordem natural do ser humano, crescei-vos e multiplicai-vos (Gn 1, 27-28), sobre isto acho que não necessita de demais explicações.

Consiste portanto em uma situação desordenada na ordem natural da criação. Fechando a criação para o dom da vida que é dado por Deus.

COMO CRISTÃOS DEVEM TRATAR OS HOMOSSEXUAIS

Como já dito no inicio deste artigo, como ser humano, as pessoas de tendências homossexuais são de fato, filhos e filhas de Deus. E por assim serem, sua dignidade humana deve ser preservada.

Dentro desta dimensão, o Catecismo também nos orienta, com relação ao convívio e ao respeito para com os homossexuais:

 “Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta.” (§ 2358)

Mais claro que isto impossível. A Igreja não discrimina e nem quer excluir os que dela se aproxima. Desta forma não devemos trata-los de forma excludente.

E a Igreja também orienta a conduta moral destas pessoas, assim como para todos os HETEROSSEXUAIS, dentro da disciplina da castidade:

As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã“. (§ 2359)

A vivência da castidade não é uma obrigatoriedade pelo fato da homossexualidade. É uma disciplina moral para todo e qualquer cristão.

CONCLUSÃO

Ao invés de ficarmos criando polêmicas, alterando fotos com as cores do arco-ires no Facebook, que tal conhecermos melhor a Igreja?

Se somos católicos é da Igreja que devemos buscar orientação. O mundo já está cheio de opiniões, vimos nos últimos dias quantos ataques a Igreja sofre.

Sejamos mais conscientes da Doutrina da Igreja e fiéis a ela. Respeitemos os homossexuais em sua dignidade de pessoa e quando possível que possamos incorpora-las cada vez mais no seio materno da Igreja.

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Sou ex-espirita, moro em Maringá -PR. Gosto de falar sobre religião e sobre a fé católica. Tenho interesse pela catequese de adultos. Sou formado em Administração. Gosto de Sistemas de Informação e Redes Sociais. Também gosto de programação para internet. Seja Bem Vindo.

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